segunda-feira, 9 de outubro de 2017

 Arq. Rui Loza

 o jovem Manuel Vasconcelos

















 João Gonçalves







 Francisco Oliveira

 Luís Cameirão

  Hernâni Carvalho
 Hernâni Carvalho


 José Manuel da Fonseca Carvalho
 José Manuel da Fonseca Carvalho


 Francisco Santos

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

COMEMORAÇÕES DO 5 DE OUTUBRO
PROGRAMA  
DIA 5 DE OUTUBRO DE 2017

10:30 H – Hastear da Bandeira Nacional no edifício da Junta de Freguesia do Bonfim
                                    Hino Nacional – Tenor João Gonçalves
10:45 H – deposição de coroas de flores na estatua do Presidente AFONSO COSTA
Todos os presentes devem manter uma postura correcta. (de pé, respeitar o silencio e não se movimentarem)
- A(s) Entidade(s) coloca(m) a(s) coroa(s) de flores e recua(m) 3/5 metros conforme o espaço disponível.
- Neste momento é tocado o toque de silencio.
- Segue-se 1 minuto de silencio.
- Terno de clarins toca homenagem aos mortos.
- Toque de alvorada.

11:00 H – Sessão evocativa no Salão Nobre da Junta de Freguesia do Bonfim
            Mesa – Presidente da Direcção da ACC 31 de Janeiro – Luis Cameirão
Orador – Doutor Hernani Carvalho
Vice-Presidente da Camara Municipal do Porto – Arq.Rui Loza
Presidente da Camara Municipal de Gaia –
                        Grande Oriente Lusitano –
Presidente da Junta de Freguesia do Bonfim - José Manuel da Fonseca Carvalho
                         
Convidados – lugares reservados
Sobreano Grande Capitulo do Cavaleiros Rosa Cruz – Belmiro Sousa
Soberano Grande Capitulo dos Grande Inspectores do 33º Grau do REAA – Manuel Falcão
Associação Nacional de Sargentos –
Associação 25 de Abril –
            Provedor do Internato S. João – Carlos Mourão
            Presidente do Ateneu Comercial – Paulo Rafael Falcão Moreira Lopes
            Presidente da Associação de Comerciantes do Porto – Nuno Camilo
Presidentes da C Municipal de  

            Intervenções
Luis Cameirão - Presidente da Direcção da Associação Cívica e Cultural 31 de Janeiro
                       
Orador – Doutor Hernani Carvalho
Fora das televisões o cidadão Hernâni Carvalho dedica-se à investigação em Psicologia Forense, área em que se doutorou na Universidade da Extremadura, em Espanha. Pós-graduado em Neuropsicologia e em Psicologia Forense, é também jornalista-auditor de Defesa Nacional. Além de Psicologia, estudou Religião e Ciência Política. Nascido em Lisboa, casado e pai de dois filhos, fez rádio, foi correspondente de jornais internacionais e ingressou na RTP em 1982, onde cedo se dedicou às áreas de Defesa e Administração Interna. Em zonas de risco, assinou reportagens na Bósnia, Honduras, Timor, Gambia, Argélia, Paquistão e Afeganistão. Saiu da estação pública em 2003 e passou a escrever para o semanário Independente, a revista Sábado e o diário Correio da Manhã. Na SIC e na TVI, comentou e assinou crónicas policiais em diversos programas. Há oito anos regressou à SIC onde agora apresenta um programa diário de análise criminal. A sua participação cívica é extensa. Cruz Vermelha Portuguesa e Associação de Apoio ao Recluso são apenas dois lugares a que emprestou a sua colaboração.  Nas autarquias, foi vereador independente sem pelouros em 2009-13 em Odivelas, lugar onde ainda hoje tem família.   

                    Entidades– três minutos
                        Presidente da Junta de Freguesia do Bonfim
Associação Nacional de Sargentos
Associação 25 de Abril
Grande Oriente Lusitano
Presidente da Camara Municipal de Gaia
Presidente da Camara Municipal do Porto



sábado, 31 de janeiro de 2015

31 de JANEIRO - Comemorações de 2015




 Hastear da Bandeira


 Dr. Rui Moreira e Belmiro Sousa

 Francisco José de Oliveira na organização da tribuna

Dr. Rui Moreira - Presidente da Câmara Municipal do Porto
Por. Doutor Eduardo Victor  - Presidente da Câmara Municipal de Vila  Nova de Gaia
Dr. Luis Filipe Araujo - Vice Presidente Câmara Municipal de Gondomar
Belmiro Sousa - ACC 31 de Janeiro
Prof Doutor Manuel Falcão - ACC 31 de Janeiro
Arq. Gomes Fernandes - ACC 31 de Janeiro
Dr Vilhena Pereira Grão Mestre Adjunto do Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa
Prof. Doutor João Alves Dias - Soberano Comendador do R.E.A.A. da Maçonaria 
Prof. Doutor António Nunes - Orador
familiares dos heróis do 31 de Janeiro de 1891
Helena Paz dos Reis
Alexandra Paz dos Reis
Fernanda Alves da Veiga
Luis Mourão -Provedor do Internato de S. João do Porto
José Lopes - Junta de Freguesia do Bonfim
Serg. Ajd. Francisco Silva - Associação Nacional de Sargentos
representante do Clube de Sargentos do Exercito




  Francisco José de Oliveira

Prof. Doutor António Nunes - Orador
"Aurélio Paz dos Reis - Portuense, pai do cinema Português, Republicano e Maçon."

 Associação Nacional de Sargentos
Sarg Ajd Francisco Silva

representante do
 Clube de Sargentos do Exercito


Arq. Gomes Fernandes
Associação Cívica e Cultural 31 de Janeiro

 Presidente da Câmara Municipal de Vila  Nova de Gaia
Por. Doutor Eduardo Victor


  Presidente da Câmara Municipal do Porto
Dr. Rui Moreira



Aurélio Paz dos Reis – “Portuense, pai do Cinema Português, Republicano e Maçon”



Aos 28 dias do mês de julho de 1862, nascia no Porto um dos seus filhos mais virtuosos e brilhantes, Aurélio da Paz dos Reis.

Teria uma vida plena, entalhada no ideário republicano, maçónico, artístico, associativo e de serviço público.

Desde cedo, em 1882, com apenas 20 anos de idade, torna-se membro da Comissão Executiva dos Empregados do Comércio, abrindo em 1893, a Flora Portuense -hoje a Confeitaria Ateneia-, sendo esta a primeira casa do género em Portugal.

O seu Porto, sob o ponto de vista político, tornava-se num campo de emotivos debates e de constantes conspirações contra a monarquia. Estas, tinham o seu espaço privilegiado nos cafés  frequentados pela elite intelectual, da qual Aurélio da Paz dos Reis fazia parte (o café Lisbonense, o Central, o Suíço da Praça ou o Guichard), e, ao mesmo tempo, num outro espaço de singular importância na ascensão da dinâmica revolucionária da cidade neste fim de século, as Lojas Maçónicas. Aurélio da Paz dos Reis foi mação, iniciado na Loja Honra e Dever, em 1889, adotando o nome simbólico de Homero, tendo em 1895, se filiado na Loja Ave Labor e, finalmente, em 1901, transitado para a Loja Liberdade e Progresso, na qual se manteve até à sua morte.

Estes espaços de intensa discussão de fervor republicano, levam-no, mais tarde, juntamente com outros companheiros, à revolta do 31 de janeiro de 1891, vindo, em virtude desta, a ser preso e julgado em Conselho de Guerra, sendo, contudo, absolvido.

A sua consciência de dever cívico, convocam-no para diversas tarefas em diferentes organizações associativas, como sejam a Associação de Proteção à Infância Desvalida, o Orfeão Portuense, o Clube dos Fenianos, sócio fundador da Associação Portuguesa do Asilo de S. João, diretor do Ateneu Comercial do Porto e o grande criador do Conservatório de Música. Assume, também, num espaço de tempo situado entre 1914 e 1921, os cargos de vice-secretário e de vice-presidente do Senado da Câmara Municipal do Porto, onde reflete um trabalho demonstrativo de um conhecimento profundo das necessidades da população e da cidade.

Aurélio da Paz dos Reis foi, ao mesmo tempo, um homem de rara sensibilidade, a qual ficou bem marcada em diversas obras de natureza cinematográfica (sendo o introdutor do cinema em Portugal) e fotográfica. Tendo adquirido, em Paris (1896), uma máquina de filmar e projetar, realizou pela primeira vez em Portugal, no Porto, 27 pequenos filmes. Destes, o primeiro e o mais célebre foi a Saída do Pessoal Operário da Fábrica Confiança (1896), rodado na esquina das ruas de Santa Catarina e Passos Manuel na cidade do Porto. Outros se seguiram, como sejam, O Zé Pereira na Romaria de Santo Tirso (1896), O Vira (1896), Manobras de Bombeiros (1896), Avenida da Liberdade (1896) e a Feira de Gado na Corujeira (1896).

Detentor da carteira profissional de Jornalista, aproveitava as suas frequentes deslocações ao estrangeiro, particularmente a França e Brasil, para retratar as gentes e os seus costumes, que a imprensa portuguesa, sobretudo a “Ilustração Portugueza” (1903-1923), edição do jornal “O Século”, publicava.

Aurélio da Paz dos Reis viria a morrer em 18 de setembro de 1931, deixando entre nós uma forte afirmação de um cidadão interventivo, com uma praxis pautada por um conjunto de valores caros à República, levando-o a afirmar-se um homem que, como “um livre pensador, penso; sou republicano: falo”



António Nunes

Homenagem à memória de Aurélio Paz dos Reis - 31 de JANEIRO 2015







 Alexandra Paz dos Reis 
evocando o seu trisavô Aurélio Paz dos Reis

 Dr.  Vilhena Pereira, Grão Mestre Adjunto do Grande Oriente Lusitano